Empréstimo no caixa eletrônico

Dinheiro rápido significa juros altos.

Pegar dinheiro emprestado envolve uma decisão muito difícil. Por isso, deve ser feita com extrema cautela. Entre os cuidados necessários, está a forma como será acessado o crédito. Na hora do desespero, muitas pessoas só pensam em quanto podem pegar, sem levar em conta os encargos financeiros e juros.

Atualmente, a oferta de crédito existente no mercado é muito grande. Com isso, muitas pessoas acabam comprometendo suas finanças ao ponto de não conseguirem mais pagar, tendo que fazer empréstimos. Normalmente, a maior fonte de dívidas está nos carnês de lojas ou nos cartões de crédito, que quando não podem ser pagos em dia, cobram altíssimos juros. Nesse momento, um empréstimo urgente pode ser a solução para se livrar dos altos juros.

Empréstimo no caixa eletrônico

Empréstimo no Caixa Eletrônico é dinheiro rápido sem burocracia

A maioria dos bancos oferece linhas de crédito pré-aprovadas, permitindo ao cliente fazer empréstimo no caixa eletrônico, sem ter que negociar com o gerente. Como houve uma análise de crédito prévia e o cliente paga ao banco para ter um limite automático, é uma boa maneira de obter dinheiro urgente sem burocracia. No entanto, nem sempre é a forma mais barata de obter empréstimo pessoal.

Para entender melhor, é preciso lembrar que os bancos precisam de garantias. Por isso, quanto maior o risco de inadimplência, maiores são os juros e encargos. Quando um gerente analisa pessoalmente o perfil do cliente e estabelece risco baixo, fazer empréstimo pode ter juros bem menores.

Assim, as principais linhas de crédito existentes são de empréstimo pessoal para clientes com relacionamento bancário, que recebem pagamento no banco, possuem limite no cheque especial, possuem emprego estável, possuem investimento no banco. O CDC (crédito direto ao consumidor) é uma das formas mais simples de pegar dinheiro emprestado no caixa eletrônico.

O empréstimo consignado é outra forma de pegar dinheiro emprestado com baixos encargos. Nessa modalidade, as parcelas são descontadas na folha de pagamento do cliente, com garantias totais para o banco. Se o cliente é um aposentado, funcionário público estável, aposentado do INSS, o banco não tem riscos, podendo reduzir as taxas a valores muito pequenos, prolongando o prazo para pagamento. Há um limite de comprometimento da renda estabelecido para esses casos, a renda consignável, reduzindo ainda mais os riscos.

Tipos de empréstimo mais comuns

Para entender a diferença entre os tipos de empréstimos, é importante comparar a taxa de cada um deles:

  • Empréstimo consignado – As parcelas são descontadas nos pagamentos, sem riscos para os bancos. Os juros médios são de 1,6 a 2,8 a.m. dependendo do prazo e do relacionamento bancário.
  • Cheque especial – O banco estabelece um limite para o cliente. Só deve ser usado em situações extremas e por poucos dias. Os juros médios são 1,29% a 4,27% ao mês.
  • Empréstimo rotativo – Pagamento parcial do cartão de crédito. É uma das piores formas de crédito, pois envolve juros altíssimos. Os juros podem passar de 15% ao mês.
  • Empréstimos com penhor – Um objeto de valor é dado como garantia do empréstimo. É uma forma rápida de crédito, um empréstimo fácil, sem análise prévia. A média do mercado é 1,5 a 1,7 ao mês.

Antes de contratar um empréstimo pessoal é importante verificar o Custo Efetivo Total, que envolve as taxas para liberação do crédito, os impostos e outros encargos. Muitas vezes um aparente juro baixo esconde armadilhas com as taxas cobradas indiretamente.

As formas de empréstimo direto no caixa eletrônico normalmente são maiores que as cobradas em instituições financeiras com análise individual de crédito. Apesar de um pouco mais demoradas e dos documentos exigidos, essas análise costumam reduzir os juros. Por isso, caso o cliente já esteja pagando  juros elevados em uma transação que teve de fazer às pressas, pode buscar uma negociação mais vantajosa com calma e trocar uma dívida elevada por outra com juros muito menores.


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